SAP vê oportunidades de longo prazo na Ásia como positivas

A SAP afirmou, durante conferência da Morgan Stanley Tecnology, Media e Telecoms, que as oportunidades de longo prazo na Ásia são positivas, apesar de a demanda demorar a tomar ritmo. O copresidente executivo Jim Hagermann-Snabe disse que a empresa obteve um bom crescimento na região no terceiro trimestre, especialmente na China.

“A demanda não está voltando muito rápido. Uma combinação de mudanças macroeconômicas, como as taxas de crescimento na China, está fazendo com que os outros países se adaptem. Também tivemos alguns problemas de execução com os quais agora estamos lidando”, ressaltou o copresidente.

O grupo alemão também deu sinais de que pode acelerar uma mudança ao tirar proveito da reputação da Alemanha em proteger dados. A ideia é fornecer mais serviços na nuvem. Segundo o Gartner, o mercado de cloud computing deve crescer 18,5% este ano, movimentando US$ 131 bilhões no mundo.

A SAP e rivais como a IBM e Oracle estão correndo para fazer frente à crescente demanda por computação em nuvem, que permite aos clientes reduzir custos ao trocar volumosos servidores locais por softwares de rede e armazenamento baseado em centros de dados remotos.

“A atual situação revela uma mudança cada vez mais rápida para a nuvem, especialmente em certos mercados como a América do Norte. Esta é uma ótima oportunidade para analisarmos se devemos acelerar também”, finalizou o executivo.

A mudança, contudo, pode tornar um pouco mais difícil para a SAP bater sua meta de vendas de 20 bilhões de euros (US$ 26,9 bilhões) em 2015, porém, segundo o copresidente, deve ser benéfica no médio prazo.
O grupo de software de negócios SAP disse que considera positivas as oportunidades de longo prazo na Ásia, mas que a demanda não voltará rapidamente.

“Vimos um retorno do crescimento na Ásia-Pacífico, no terceiro trimestre, e a boa notícia é que foi muito impulsionada pela China”, disse o co-presidente executivo Jim Hagemann-Snabe na conferência Morgan Stanley Tecnology, Media e Telecoms na sexta-feira.

“Sinto-me bem com a oportunidade de longo prazo para crescer dramaticamente na Ásia. Ela (demanda) não está voltando muito rápido, e uma combinação de mudanças macroeconômicas, taxas de crescimento na China está fazendo com que os outros países se adaptem, mas também tivemos alguns problemas de execução com os quais agora estamos lidando”.

(Reportagem de Paul Sandle)

Fontes: OlharDigitalReuters

 

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